Tio, o ciclista irritado recebe os novos autocolantes da ACP

Finalmente chegaram! Esperei algum tempo para os receber. Finalmente, como sócio numero 349 do ACP, fiquei muito contente ao receber estes autocolantes. A ideia é excelente: colar estes autocolantes no espelho retrovisor para não nos esquecermos dos utentes mais vulneráveis. Tenho uma mota e uma bicicleta para colar. Faltam é um autocolante para os peões, mas esses andam no passeio. De vez em quando sei que se atiram para a passadeira como se fosse um direito adquirido, mas o meu BMW X1 trava bem.  Fora isso, é só preciso ter cuidado com os peões quando se está a estacionar em cima dos passeios.

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Uma coisa que não entendo. Geralmente quando guio, os ciclistas aparecem à minha frente e não no espelho retrovisor. Por isso, para além de aumentar os autocolantes 20 vezes de tamanho, a ACP devia sugerir colar o autocolante como mostra a fotografia abaixo, para os condutores terem os outros sempre no seu pensamento. 

 

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COLAR AUTOCOLANTE NO X VERMELHO.

Foto tirada de dentro do meu BMW X1, num dia perfeito(TM). O anúncio de televisão dizia que se comprasse um BMW X1, que iria ser o único condutor no mundo, com uma estrada perfeita (TM). Infelizmente, estamos em Portugal e as coisas  nem sempre correm bem.

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Resumindo, mais uma excelente campanha da ACP. O Miguel Oliveira, na sua eloquência, diz para sermos conscientes enquanto que o Joaquim Gomes diz que pedalou 60000000000 kms, algo que acho exagerado.

Gostaria é de ver uma campanha a propor a redução de trânsito em vez de dar como dado adquirido o aumento deste, sem uma palavra crítica relativamente a este facto. Como se o aumento do trânsito fosse uma coisa normal, que não causa mal a coisa nenhuma. Foi como daquela vez que fomos de excursão até à Nazaré: a camionete só dava para 40 pessoas, mas a dona Erminda contou mal e afinal éramos 50. Alguns meninos foram sentados no chão, e fomos mais apertados. Coisas da vida.

 

 

Gostaria é de ver retratado na campanha alguém que usa mesmo a bicicleta diariamente como meio de transporte. Aposto que a conversa iria ser diferente.

Enquanto esse dia não chegue, vou continuar a ser um campeão da segurança (TM)

 

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Teste ao Selim TABOR Lady

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Após a entrevista que lhes fiz há algum tempo, a TABOR foi simpática e enviou-me um novíssimo selim TABOR Lady para fazer um teste.

Já tinha recebido este selim TABOR Lady há algum tempo. Mas com tanta coisa para fazer aqui na loja, só agora é que tive tempo de o finalmente montar numa bicicleta só para ele. Claro que é importante a cor do selim (uma das novas cores da TABOR- Cognac)  ficar bem com o resto da bicicleta (verde).

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Vamos então ao teste!

Quem anda de bicicleta há algum tempo, conhece de certeza os selins TABOR. Este selim é o modelo “lady” que, como o nome indica, é desenvolvido para as meninas. Ora, uma das queixas principais das meninas relativamente a uma qualquer bicicleta é que o selim montado não é confortável. Isto é porque a maioria das bicicletas vêm com selins “desportivos”, ou seja, desconfortáveis, o que não faz sentido visto que a maior parte das pessoas não vais pedalar por aí “desportivamente”.

Os selins da TABOR estão longe de ser desportivos. E digo isto no bom sentido.

O selim não é pequeno. A sua largura garante um conforto bastante bom, segundo a menina que o experimentou durante algum tempo.

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A qualidade de construção é excelente para um selim de couro. Tanto as partes metálicas como a parte de couro mostram uma exemplar qualidade de construção. A melhor parte dos selins de couro é que envelhecem com o tempo. Mas envelhecem bem. E para além de envelhecerem bem, ganham a nossa forma. No fundo, tornam-se, literalmente, os NOSSOS selins.

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Relativamente às molas, fiquei surpreendido com o conforto que estas conferiram à bicicleta. Ao principio, o selim “dança” um bocado. Mas após algum uso, a estranheza desaparece e dá lugar ao conforto. Claro que este é um selim que está muito melhor a ser usado na cidade, no dia a dia.

Por um preço final ao público de cerca de 60 euros, tenho a certeza de que é uma excelente compra para dar aquele aspecto clássico à sua bicicleta. Para além disso, está disponível em quatro cores: preto, natural, cognac (o testado) e castanho.

Recomendado!

https://www.facebook.com/taborsaddles

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Mobilidade em Oeiras? Mais areia para os olhos do Tio, o ciclista irritado

Ontem, dia 20 de Setembro, a Cambra Municipal de Oeiras decidiu, na sua eterna benevolência, fechar a Marginal ao trânsito automóvel. Algo que é estranho, pois pensava que relativamente à Marginal, não podiam fazer nada, visto ser uma estrada Nacional. Pelos vistos podem.

Paulo Vistas, continuar a obra de Isaltino Morais, no rumo certo.

Paulo Vistas, continuar a obra de Isaltino Morais, sempre no rumo certo.

Decidi então fazer exactamente o que a Câmara de Oeiras esperava de mim. Meti-me no carro e fui para o centro comercial ver as montras. Para quem vive no Concelho de Oeiras, um dos mais motorizados do país, sabe como é. O carro é REI. Alternativas, poucas. Quem não tem carro, que tivesse.

Mais uma grandiosa obra, um viaduto algures num ex-descampado em Oeiras. Sempre à frente!

Mais uma grandiosa obra, um viaduto algures num ex-descampado em Oeiras. Sempre à frente!

As novas vias são largas. Não são vias rápidas, porque estão em localidades. Mas, para quem as usa, é como se fossem. A estrada é para andar. Andar= circular em excesso de velocidade que estou com pressa.

Que maravilha.

Que maravilha.

Voltando à Marginal sem carros. Se fechar a Marginal durante umas horas, num Domingo de manhã, para a encher de hordas vestidas de fatreino e téne é a política de mobilidade da Cambra de Oeiras, não contem comigo.

Prefiro ir ver montras. Pelo menos não levo com areia nos olhos.

Hoje de manhã não passei pela Marginal. Mas aposto que está tudo exactamente na mesma: carros e mais carros.

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